| Comércio eletrônico deve faturar R$ 2,6 bi no Natal |
| Qua, 16 de Novembro de 2011 08:35 |
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Período trará crescimento de 20%. Com o Natal se aproximando, o setor de comércio eletrônico começa a se movimentar e fazer previsões. Segundo a e-bit, especializada em informações do setor, o ritmo de crescimento durante este ano, apesar de menor que o de 2010, deve apresentar crescimento. Atualmente, o Natal representa cerca de 15% do total de pedidos no ano, o que torna a data a mais aguardada por fabricantes e varejistas.
Essa desaceleração se deve ao menor crescimento econômico, à queda no poder de compra, à crise internacional e também à motivação para a aquisição de produtos de maior valor agregado, com parcelamento de longo prazo, explica a e-bit. Além disso, a greve dos Correios impactou de forma negativa as vendas do comércio eletrônico. Em compensação, o mercado estará mais preparado para o período, aumentando a confiança e segurança do consumidor. O número de pedidos deverá ser 25% maior se comparado a 2010 e o tíquete médio deve manter-se em torno de R$ 350. No que diz respeito à logística, ao longo desse ano, os varejistas investiram em infra-estrutura, tecnologia e capacitação profissional para evitar que os problemas ocorridos anteriormente voltassem a acontecer. No entanto, os e-consumidores devem se preparar e seguir alguns passos para garantir um Natal tranquilo, com todos os presentes entregues. “O e-consumidor deve se precaver e realizar suas compras com antecedência, para garantir que seus presentes cheguem a tempo das comemorações”, diz Cris Rother, diretora da e-bit. “Além disso, deve sempre estar atento ao realizar uma compra virtual, se certificando da seriedade da loja e também das condições oferecidas.” Na data, os produtos mais procurados pelos consumidores devem ser os eletrodomésticos e eletrônicos, produtos de informática e saúde, beleza e medicamentos. |
| Escrito por Redação |
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Serviços incluem e-mail, antispam, backup e soluções da Microsoft.
A e-bit espera que, no Natal de 2011, o e-commerce cresça nominalmente 20% em relação a 2010, alcançando um valor de cerca de R$ 2,6 bilhões. No ano passado, o crescimento havia sido de 40%.


