| Governo admite prorrogar concessões para telcos |
|
|
|
| Qua, 21 de Março de 2012 11:22 |
|
Queda da demanda por telefonia fixa preocupa.
“Temos que decidir isso logo”, disse o ministro. “O Estado não pode aguardar até o último ano. O número de clientes diminui, as redes ficam defasadas, e vamos ficar discutindo na Justiça quanto o governo terá que pagar.” Uma das possibilidades levantadas por Bernardo seria a prorrogação das concessões, a exemplo da discussão atual em torno das concessionárias de energia elétrica, no qual boa parte das concessões termina em 2015. Segundo Bernardo, as concessionárias de telefonia perderam 4,5 milhões de assinantes nos últimos quatro anos. Enquanto isso, empresas permissionárias, que vendem telefonia junto com TV por assinatura ou internet, ampliaram a base em 8,5 milhões. “Sinal de que as pessoas ainda querem telefonia fixa”, disse o ministro. A Anatel também quer discutir a questão, conforme já manifestou seu presidente, João Rezende. |
| Escrito por Redação |
- 29/03/2012 14:01 - George Soros pode participar do leilão do 4G, diz Paulo Bernardo
- 29/03/2012 10:54 - Câmara instala comissão especial do Marco Civil da Internet
- 28/03/2012 15:37 - MiniCom lança edital de participação do projeto Cidades Digitais
- 23/03/2012 14:53 - Anatel determina estudo sobre o futuro da faixa de 700 MHz
- 22/03/2012 11:19 - Desoneração de redes exigirá contrapartidas, diz Alvarez
- 16/03/2012 11:06 - Anatel aumenta canais de comunicação com perfil no Facebook
- 14/03/2012 16:03 - Editais para o programa de cidades digitais serão publicados em março
- 13/03/2012 12:27 - Leilão do 2,5 GHz deve ocorrer só em junho, diz Rezende
- 12/03/2012 11:46 - Deputado apresenta na Câmara projeto do “SOPA brasileiro”
- 09/03/2012 16:25 - Embratel é multada em R$ 1 milhão pela Anatel



O ministro das comunicações, Paulo Bernardo, defendeu nesta terça-feira (20), durante audiência na Câmara do Deputados, uma revisão do modelo de concessões para serviços de telecom, o incluiria a possibilidade de prorrogação dos contratos. Motivo: o ministro está preocupado com a queda do número de assinantes da telefonia fixa. Pelas atuais regras uma nova licitação para serviços de telefonia deve ocorrer em 2025.


