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Jabra aposta no mercado brasileiro de contact center e UC
Ter, 27 de Março de 2012 16:21

Perspectiva da empresa no País é crescer 10% em 2012.

O Grupo GN Netcom é um dos pioneiros das telecomunicações, responsável pelo primeiro sistema de telégrafo entre a Europa e a Ásia, que começou a funcionar em 1870. Por meio da Jabra, atualmente o conglomerado desenvolve, fabrica e comercializa headsets e aparelhos sem fio para telefonia móvel e sistemas de comunicação unificada para escritórios, além de dispositivos com fio para contact centers.

No Brasil, onde atua há pouco mais de um ano, a história da Jabra é recente. Atuando principalmente no mercado de contact center, a perspectiva é crescer cerca de 10% em 2012, inclusive no segmento de comunicações unificadas (UC), que “cresce a passos largos no mercado corporativo”, diz Carlos de Souza, diretor comercial da Jabra no Brasil. “Temos o Brasil como um dos líderes mundiais e, apesar de ser um mercado extremamente competitivo, estamos muito confiantes.”

A Jabra tem crescido muito nos mercados em que atua, e esse movimento se repete no Brasil. Isso se deve, explica Souza, pelo constante crescimento das empresas de contact center e o desaparecimento das fronteiras entre os diversos dispositivos de comunicação, o que estimula a demanda por fones de ouvido e acessórios com ou sem fio. “O mercado brasileiro está cada vez mais sofisticado. Agora é a época certa para investir no País, um mercado crescente e confiável. A empresa está focada neste momento em mercados emergentes e o Brasil tem credibilidade econômica para crescer.”

A Microsoft é uma das grandes parceiras da Jabra em termos de portfólio, inclusive com acessórios desenvolvidos especialmente para uso com a plataforma de UC, o Lync. Também existem parcerias com quase todas as empresas de soluções de tecnologia telefônica, como Cisco, Avaya, Siemens, Polycom e Astra.

São produtos para contact centers (com usuários que necessitam de equipamentos confortáveis para longos períodos de utilização), para profissionais administrativos e remotos. “Para cada tipo de usuário temos no mínimo três modelos e, para cada modelo, diversas variações, que atendem a quaisquer necessidades dos usuários”, explica Souza.

Escrito por Marcelo Vieira   
 

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