| Equipamentos de videoconferência são vulneráveis a invasões |
| Seg, 30 de Janeiro de 2012 11:00 |
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Especialista conseguiu espionar salas desprotegidas. O especialista em segurança HD Moore, da empresa Rapid7, afirmou esta semana que milhares de equipamentos e softwares de videoconferência - incluindo aqueles usados pelas empresas para reuniões confidenciais e sensíveis - são vulneráveis a ataques de hackers. Segundo ele, o problema é decorrente de preguiça e configurações de segurança malfeitas.
Em um dos caso, Moore invadiu uma conferência em andamento e operou a câmera, dando zoom no notebook de um dos participantes. Foi possível, inclusive, vê-la digitando uma senha no notebook. A invasão durou mais de 20 minutos e nenhum dos participantes da reunião percebeu a movimentação da câmera. Moore utilizou ferramentas de escaneamento para encontrar hardwares conectados que usavam o protocolo H.323 (padrão mais comum em equipamentos de videoconferência). Ele descobriu que 2% deles estavam configurados para responder qualquer chamada automaticamente, além de não estarem protegidos por firewall. O pesquisador estima que mais de 150 mil configurações de videoconferência estão vulneráveis a escutas clandestinas. Problemas Outros problemas apontados por Moore são vulnerabilidades de alguns softwares de videoconferência, a prática de comprar hardwares usados sem “limpar” suas conexões pré-configuradas para outros locais de conferência. A exposição de equipamentos de videoconferência na web foi outro erro explorado por Moore. Desabilitar o atendimento automático (auto-answer) é a forma mais fácil de bloquear acessos não autorizados. “A maioria dos equipamentos da Polycom traz o atendimento automático como padrão, mas desabilitar o recurso é algo bastante simples”, diz o executivo chefe da Rapid7, Mike Tuchen. * com agências internacionais |
| Escrito por Redação |
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Moore passou meses fazendo root em softwares e aparelhos sofisticados de videoconferência. Com isso, ele pode “invadir” esses equipamentos e passar horas espionando salas de reunião de empresas. “Muitas dessas instalações de videoconferência estão ‘peladas’ na Internet”, disse.


