Pesquisa da Veeam também mostra que indisponibilidade pode custar até US$ 16 milhões por ano às companhias.
Segundo a pesquisa, a lacuna de disponibilidade pode custar até US$ 16 milhões por ano em produtividade e receitas perdidas. Além disso, 68% dos respondentes acreditam que isso pode causar um impacto negativo na confiança do cliente e 62% na integridade da marca.
A Veeam aponta que o custo cresceu US$ 6 milhões em 12 meses, apesar da maioria dos entrevistados terem dito que implementaram medidas mais severas para reduzir incidentes de disponibilidade. Os executivos também afirmam que 48% de todas as cargas de trabalho são consideradas de missão crítica, tendo previsão de aumento para 53% até 2017.
O CEO da Veeam, Ratmir Timashev, mostra preocupação com os dados revelados pelo relatório, visto que as empresas estão se tornando negócios orientados por software, exigindo que os departamentos de TI não prestem serviços regulares e sim disponibilidade contínua.
Ele também aponta outro dado: o número de paradas anuais não planejadas aumentou, em média, de 13 para 15, com duração maior e demorando mais tempo até a recuperação. “Na economia de hoje, onde a velocidade e confiabilidade são imperativas, isso é inaceitável”, diz.
Apesar desses números, 96% das organizações entrevistadas aumentaram seus requisitos de nível de serviços para minimizar as paradas de aplicações. Já para combater a lacuna de disponibilidade, os respondentes afirmaram que estão modernizando os data centers de alguma forma, sendo virtualização (85%) e backups (80%) as áreas mais comuns a serem atualizadas para esse propósito.