De acordo com o estudo, 21% dos pais acreditam que é melhor que crianças aprendam sozinhos a utilizar a internet de maneira segura.

O estudo mostra que apenas um quarto (26%) dos pais usa um software de controle específico para limitar a atividade de seus filhos online. É preocupante que, entre os pais que não utilizam recursos de controle para pais, um quinto (21%) acredita ser melhor que as crianças aprendam sozinhas como usar a internet com segurança.
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O estudo também descobriu que um número pequeno de pais toma medidas necessárias para proteger seus filhos, e apenas um terço (38%) conversa regularmente com as crianças sobre a Internet e os perigos online, enquanto um quarto (27%) verifica periodicamente o histórico no navegador da Web. E apenas um em cada cinco (21%) prefere tornar-se um contato nas redes sociais de seus filhos. Ainda de acordo com a pesquisa, 41% das crianças foram expostas a ameaças online no período de 12 meses anterior ao estudo. Essas ameaças incluíram a exposição a conteúdo inadequado, bullying virtual, pessoas perigosas e outras.
“Os pais precisam ter mais consciência dos perigos que seus filhos enfrentam online. Eles precisam ajudar seus filhos a conhecer melhor os computadores e implementar métodos de proteção para mantê-los a salvo na Internet, da mesma forma que fariam no mundo físico”, aconselha Andrei Mochola, chefe de negócios ao consumidor da Kaspersky Lab.
Os resultados deste estudo também evidenciam a necessidade de os pais terem uma maior consciência dos perigos que rondam a Internet. Segundo a pesquisa, 41% das crianças conviveram em perigo de ameaças online durante os 12 meses anteriores a pesquisa. Essas ameaças incluem a exposição a conteúdo impróprio, cyberbullying, contato com estranhos, entre outros.