Segundo o jornal The Times, revólveres, metralhadoras, rifles, lança-granadas, entre outras armas foram colocados à venda em grupos na rede social.
De acordo com o jornal The New York Times, foram registradas 97 tentativas de irregulares de venda de mísseis, metralhadoras, lança-granadas, foguetes e rifles apor meio de vários grupos líbios no Facebook desde setembro de 2014.
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A situação é incomoda para o Facebook, pois a empresa trabalhou junto com as autoridades para impedir atividades ilegais em sua rede – desde janeiro, a venda privada de armas de fogo foi proibida pelo site. Dos sete grupos descobertos, seis já foram removidos da rede social.
Após a divulgação do material, os vendedores negociavam os acordos com compradores em plataformas privadas de mensagem e de conversas telefônicas
O diretor da ARES, Nic Jenzen-Jones, disse ao The Times que as armas britânicas puderam entrar na Líbia através de várias rotas. “Uma possibilidade é uma exportação direta ao governo líbio, antes do levante contra o ex-presidente Muammar al Kadafi”, afirmou Jenzen-Jones, que também cogitou a possibilidade de as armas terem entrado pelo Egito.