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Artigo: Como o setor de saúde pode alcançar a plena interoperabilidade

*Por Mitzi Amon

A interoperabilidade está no topo da lista de prioridades de várias empresas na área da saúde. É o que aponta novo relatório da Forrester. A razão disso é que a área da saúde caminha para um modelo de negócios novo, orientado por dados e por agregação de valor, onde os pacientes são o coração de todos os processos e a informação é compartilhada por todos os provedores de serviços envolvidos no atendimento ao paciente. Dentro deste contexto, aumenta o foco no padrão para os recursos de interoperabilidade rápida na área da saúde (FHIR – Fast Healthcare Interoperability Resources).

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Embora todos os envolvidos concordem que a interoperabilidade melhorará a área da saúde e a experiência do paciente, os analistas da Forrester ressaltam que ainda falta discutir em detalhes “como” fazer isso se tornar real.

Os desafios de implementação da interoperabilidade

Interoperabilidade é a capacidade de diferentes aplicativos, dispositivos e sistemas de informação se conectarem, de forma coordenada, dentro e fora das empresas, para acessar, trocar e compartilhar dados por todas as partes interessadas.

A missão da interoperabilidade é otimizar a saúde de indivíduos e populações. Atingir este ideal não é fácil.

Esta visão vai além de estratégias para promover a interoperabilidade entre sistemas digitais de saúde. É essencial que a TI se aproxime dos médicos e pacientes, onde quer que eles estejam. Neste ponto, entra em cena o Edge Computing. Isto significa que a TI da área da saúde precisará aumentar seu alcance físico, instalando data centers de tamanhos varíaveis em vários pontos geográficos. Isso é fundamental para dar suporte à infraestrutura que torna a interoperabilidade possível.

Aqui estão alguns passos para tornar a interoperabilidade real:

Como os parceiros certos podem ajudar

Ainda há muito trabalho a ser feito para atingir o objetivo da plena interoperabilidade na área da saúde. A colaboração entre os sistemas, desenvolvedores, fornecedores e compradores certamente será fundamental. Na medida em que esse setor avança para o futuro, montar uma equipe de parceiros e fornecedores competentes, que compreendam e estejam comprometidos com esse novo momento da área de saúde, é essencial. A meta é acelerar a jornada em direção à interoperabilidade e, ao mesmo tempo, otimizar os investimentos feitos em infraestrutura digital, do core ao edge.

*Mitzi Amon é diretora de Marketing para a Área da Saúde na Vertiv.

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