Objetivo da montadora é cuidar sozinha de todas as etapas do desenvolvimento automóvel.

Carros autônomos zerarão acidentes de trânsito
Froehlich ainda destacou que não vai realizar parcerias com empresas com a Google ou a Apple para fornecer apenas a carcaça do automóvel: a ideia é que a montadora cuide de todas as etapas do desenvolvimento. “Nossa tarefa é preservar o modelo de negócios sem se render para um player da internet. Se não, acabaremos como a Foxconn para uma companhia como Apple, entregando só os corpos de metal para eles”, explicou o executivo.
Para transformar o sonho em realidade, a BMW firmará novas parcerias com fornecedoras de peças, algumas delas até fora da indústria automotiva. Mas a tarefa é longa, especialmente porque a própria companhia reconhece que precisa evoluir muito em áreas como inteligência artificial e aprendizado de máquinas.
Os alemães também podem começar a licenciar tecnologias para serem fabricadas por outras unidades, com o intuito de usar melhor a equipe e dar tanta importância ao software quanto ao hardware. Até o momento, não há qualquer prazo para a comercialização de um veículo autônomo por parte da BMW, mas esse mercado deve aquecer bastante ao longo dos anos.