Relatório anual de ameaças da Symantec revela ainda que o país é o que mais origina ataques cibernéticos na América Latina.

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Com uma barreira de entrada baixa, transponível com apenas algumas linhas de código os criminosos cibernéticos estão roubando dos consumidores e empresas o poder de processamento e o uso de CPU pela nuvem para minerar criptomoedas. Esta atividade pode deixar dispositivos mais lentos, superaquecer baterias e, em alguns casos, inutilizar os dispositivos. No caso das empresas, eles podem causar um risco de desativação das redes corporativas e aumentar o uso da CPU pela nuvem, adicionando custos.
Dos 157 países analisados pelo ISTR o Brasil é o 7o que mais gera ataques cibernético, atrás dos Estados Unidos, China, Índia Rússia, Alemanha e Japão. Na América Latina, o país ocupa a primeira posição, com 3,39% dos ataques globais. O México, que é o segundo país da região, recebe menos da metade, 1,20%.
Apesar da posição de destaque do Brasil em termos de ataque, alguns tipos de ameaça diminuíram em 2017 em relação ao ano anterior. É o caso do malware, em que o país caiu 7 posições e agora ocupa a 13a colocação no ranking global, e a 8a posição em ataques de redes, ante o 2o lugar em 2016.