Vulnerabilidade no software BIND DNS possibilita acesso de qualquer pessoa para realizar alterações e transferências dinâmicas de zonas de DNS remotamente.

Por meio da falha, usuários não registrados podem falsificar autenticações para realizarem alterações e transferências dinâmicas de zonas de DNS de maneira remota nos computadores, levando os usuários para diferentes domínios, além de permitir mudanças nos endereços de IPs e roubo de informações.
“A transferência de zona é um processo em que um servidor DNS transmite uma cópia de sua base de dados para outro servidor”, explica Wolmer Godoi, diretor de Cibersegurança e Serviços Profissionais da CIPHER. “Ao obter uma cópia desses registros, um atacante pode realizar DNS spoofing, desfiguração de websites e negação de serviço”, completa.
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A falha está relacionada ao protocolo de autenticação Transaction SIGnature (TSIG) e foi comunicada através dos CVE-2017-3142 e CVE-2017-3143. O erro ainda não gerou ataques, mas pode causar modificações de conteúdo e layout dos websites.