Banco estima ganho médio de velocidade tanto em provisão e tempo de workload, segundo Edilson Reis, diretor-executivo do Bradesco.
O Bradeco adotou a estratégia “cloud first” para definir a infraestrutura dos novos projetos. Durante o evento Oracle CloudWorld São Paulo, nesta quinta-feira, 27, Edilson Reis, diretor-executivo do Banco, explicou que a filosofia do Bradesco é adotar a computação em nuvem em novas iniciativas e, gradativamente, migrar aplicações legadas, respeitando os benefícios entregues aos clientes.
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Atualmente, o Bradesco mantém novas aplicações e os bancos digitais no ambiente de nuvem. A definição do fornecedor da plataforma é feita a partir de uma avaliação técnica e de preço. O Banco Next, por exemplo, está hospedado na nuvem Microsoft Azure; o Digio e o Bix estão na Amazon Web Service (AWS); e a Bradesco Seguros na nuvem Oracle. “Cloud não é um projeto de tecnologia e sim de negócio”, definiu Reis.
Reis estima que algo entre 30% e 35% das transações de negócios em canais digitais utilizem a infraestrutura de computação em nuvem.
Diferente de outras empresas e instituições financeiras, o Bradesco não entende que precisa ser 100% cloud. Segundo Reis, o objetivo dos projetos de tecnologia deve ser a geração de valor aos clientes. A aplicação de conta corrente, por exemplo, segue no ambiente mainframe, que passou por uma modernização para se adequar aos novos requisitos de eficiência atualmente definidos pelo Bradesco.
Com esta configuração, Reis estima que a TI do Bradesco tornou-se, em média, quatro vezes mais rápida na provisão de infraestrutura e no tempo de workload das aplicações.
