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Como enfrentar o déficit de profissionais da segurança

O maior desafio de cibersegurança é a falta de profissionais especializados. Jonata Frohlich e Jéderson Freitas, ambos da Service IT, debateram os principais pontos desse desafio na palestra “Talentos em Cyber: desafios, oportunidades e futuro”, que ocorreu hoje (17/9) no 10º Mind The Sec.

Há uma série de complicações que explicam esse déficit, como a formação demorada e complexa que exige muito conhecimento de mercado e especializações em vertente, ferramenta ou processo, além de um conjunto de soft skills que apoiam esse profissional no dia a dia.

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Isso torna as expectativas de contratação muito altas, fazendo com que empresas não encontrem um candidato com o perfil desejado. Um exemplo dos palestrantes foi o de uma vaga no LinkedIn em 2023 que pedia experiência de cinco anos com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – a legislação foi sancionada em 2018.

Isso traz duas consequências. A primeira é uma aceleração no desenvolvimento de carreira de um profissional, passando de pleno para sênior em dois ou três anos, algo que normalmente levaria cinco. Etapas podem estar sendo puladas nesse processo.

A segunda é a alta rotatividade de profissionais especializados. Reter talentos acabou se tornando um problema, com assédio de profissionais já contratados ao oferecer melhores salários. Isso exige outra competência de lideranças de cibersegurança, que é a gestão de pessoas.

Como mitigar o déficit

Os especialistas da Service IT apontaram algumas formas de combater o déficit de profissionais de segurança:

 

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