O comércio varejista brasileiro encerrou o ano de 2021 com 2,4 milhões de estabelecimentos ativos, sendo 204,4 mil lojas a mais do que no ano anterior. Os dados são da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Trata-se de um mercado competitivo e, para alcançar um bom desempenho, redes varejistas apostam em sistemas de ERP, buscando uma gestão mais eficiente, além de insights estratégicos para os negócios.
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Com diversos sistemas no mercado, é comum empresários começarem usando um ERP mais simples. Contudo, conforme o negócio vai crescendo e a operação das lojas fica mais complexa, é provável que surja a necessidade de uma ferramenta mais completa. O receio é de que a migração traga perda de dados ou traga impactos na operação.
Por isso, Juliano Mortari, CEO e fundador da VarejOnline, ferramenta de ERP para varejista, indica que é preciso fazer a migração com a ajuda de quem entende do assunto e seja capaz de identificar as necessidades do comerciante.
O especialista lista os principais cuidados adotados pela VarejOnline na migração de ERP de seus clientes e que asseguram uma transição de sistema descomplicada, segura e rápida. Confira:
1- Diagnóstico para antecipar necessidades
Como a empresa faz a migração enquanto está operando no mercado, é importante realizar um diagnóstico para levantar todas as pessoas e setores que terão acesso ao sistema e que precisam ser treinados, além de possíveis impactos da mudança e providências necessárias.
“O diagnóstico antecipa problemas e impede a perda de informações e a demora no aprendizado das equipes. É o pontapé inicial da migração e, quando bem feito, torna o processo muito mais rápido e seguro”, aponta Mortari.
2- Envolvimento das lideranças
Durante o processo de migração, é fundamental que as lideranças, inclusive as setoriais, estejam presentes. Dessa forma, essas pessoas saberão como auxiliar suas equipes, tornando a migração mais acessível e descomplicada.
“Nós sempre incluímos as lideranças em nossas apresentações sobre as funcionalidades do sistema. Com elas, também conseguimos identificar as dores de cada setor em relação ao uso do sistema, o que facilita na hora de planejar o treinamento de implantação”, explica o executivo.
3- Treinamento rápido e eficaz
Depois de todas as áreas e necessidades mapeadas, é essencial realizar um treinamento objetivo, claro, que apresente os módulos do sistema, oriente as principais operações e esclareça as dúvidas.
“Um treinamento bem feito impacta diretamente a adaptação das equipes ao novo sistema e evita contratempos desnecessários no dia a dia. É a oportunidade de sanar dúvidas, considerando a rotina das lojas e eventuais problemas que possam ocorrer, e de dar as orientações certas para agilizar a resolução de transtornos rotineiros”, finaliza Mortari.
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