Mudança para a nuvem também agregou maior disponibilidade e performance para a construtora.

A empresa, que trabalha com grande volume de informação e dados de suas obras, precisava de uma atualização tecnológica, em seu parque de servidores, para continuar garantindo para suas aplicações alta disponibilidade, performance e escalabilidade e iniciou uma pesquisa no mercado em busca da melhor solução. As opções eram duas: investir em equipamentos de infraestrutura e licença e, dessa forma, continuar fazendo CAPEX, ou direcionar para investimentos OPEX, com recursos mensais, recorrentes, em um montante menor.
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“Nessa época de conceitos disruptivos, investir em OPEX se torna a melhor alternativa. E esse foi um ponto importante para a Carvalho Hosken. Eles estavam em um momento de decisão, queriam saber se continuariam investindo em equipamentos, que estariam obsoletos em alguns anos, ou se iriam para uma operação OPEX. Ajudamos a tangibilizar os valores e eles tiveram uma redução de 30% nos custos”, explicou Edivaldo Rocha, CEO da CorpFlex.
O projeto foi idealizado a quatro mãos e, além da redução de custos, a construtora ganhou maior disponibilidade performance e escalabilidade a operação de TI. Ao todo 18 servidores foram migrados para a nuvem, sem qualquer impacto nas obras em andamento. Segundo Marcos Gomes, executivo de TI da Carvalho Hosken, o trabalho em equipe e a qualificação do time foi um grande diferencial: