Sprint e T-Mobile US iniciaram negociações informais.

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De acordo com informações da agência de notícias Bloomberg, executivos da Sprint e do SoftBank iniciaram conversas preliminares com a Deutsche Telekom, embora os bancos não tenham sido formalmente contatados nessa fase.
A especulação em torno de um potencial acordo entre os dois aumentou nos últimos meses, com Masayoshi Son, CEO da SoftBank e Tim Hottges, CEO da Deutsche Telekom, afirmando em separadamente de que estariam abertos a explorar essa fusão. No entanto, até agora, não havia notícias sobre discussões entre os dois.
A fusão entre as duas operadoras não é novidade. Em 2014, a T-Mobile US e a Sprint tentaram se fundir, mas preocupações regulatórias derrubaram as negociações. De fato, uma união entre as duas empresas irá reduzir o número de grandes players no mercado dos Estados Unidos a três, complementado pela AT&T e a Verizon.
A iniciativa também pode revelar qual a postura do presidente norte-americano Trump frente a grandes fusões no mercado de telecomunicações. Com a escolha de Ajit Pai para liderar a Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês), o órgão regulador do setor no país, o mercado acredita que o governo está aberto a iniciativas como essa.
Quem é que manda na fusão?
Diferente do que era há três anos, a T-Mobile US tem crescido com força nos últimos anos, superando a Sprint em termos de assinantes e ultrapassando-a para se tornar o terceiro maior operador do país.
Ainda não há uma indicação clara de que a T-Mobile US quer ser a adquirente em qualquer acordo, devido às dificuldades da Sprint em manter sua participação de mercado.
A Deutsche Telekom, por outro lado, também pode estar relutante em vender, dado que seu negócio nos Estados Unidos alimentou grande parte de seu crescimento geral nos últimos trimestres.