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Ecossistema sem fins lucrativos de blockchain é lançado no Brasil

A empresa de tecnologia Golchain lançou o Blockum, o primeiro ecossistema sem fins lucrativos de blockchain no Brasil. A intenção é criar um ambiente tecnológico independente de cooperação entre empresas, entidades governamentais e pessoas a fim de resolver problemas de operações dentro de redes de blockchain.

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O projeto foi inspirado em uma iniciativa na Espanha, que conta com a participação de 420 membros, entre eles, Santander, Telefónica e SAP. A meta da versão brasileira é se tornar o maior ecossistema de blockchain do mundo, com mais de 50 mil nós validadores até 2021.

A Blockum já nasce com alguns associados representativos, entre eles o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), que busca uma plataforma segura para armazenar pesquisas e informações confidenciais, além de desenvolver estudos utilizando a tecnologia.

Completam a lista a operadora de telefonia Sercomtel e centros de inovação ligados a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), reunidas dentro do ecossistema para criar um projeto municipal de desenvolvimento e inovação em blockchain em Londrina.

No sistema de compartilhamento do Blockum, cada membro do ecossistema disponibiliza sua infraestrutura de computadores e hardware, para receber em troca uma plataforma em nuvem de blockchain pronta e regulamentada para transações de valor jurídico.

Com a identificação do caso de uso e o fornecimento de API’s, o associado pode desenvolver soluções com a tecnologia da maneira que for mais interessante para a sua operação, abrangendo as mais variadas utilizações.

A iniciativa deve expandir para além do Brasil. Segundo seus fundadores, Portugal é o próximo destino e depois o restante da Europa, Estados Unidos e Ásia.

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