Operadora se baseia em parcerias com os principais fornecedores do mercado para fazer frente as ameaças de cibersegurança.

Para avançar no universo corporativo, Embratel assume identidade de integrador
Segundo Yanis Stoyannis, gerente de Consultoria e Inovação em Cibersegurança da Embratel, o cibercrime fatura entre US$ 300 bilhões e US$1 trilhão, valor que pode ser maior que o tráfico de drogas, que gera US$ 600 bilhões por ano. Para lidar com o cenário, a operadora se posiciona como consultoria e integradora, mostrando qual o posicionamento que o cliente deve ter perante a segurança e implantando a tecnologia necessária para eliminar as vulnerabilidades.
Para isso, a Embratel tem focado em parceria com empresas especializadas nesse segmento, como Cisco, Palo Alto Networks, Checkpoint, Fortinet, Arbor Networks, entre outras. “Estamos trabalhando para encontrar novos parceiros, que é uma responsabilidade da minha área”, complementa Stoyannis.
A Embratel já se destacava como prestadora de serviço anti-DDoS (ataques de negação de serviço), um ponto forte das operadoras, já que não existem soluções de proteção de fato efetivas contra esse tipo de ameaça. “Depende da operadora, pois só ela consegue identificar o ataque, fazer um desvio do tráfego e filtrar aquele que for nocivo”, explica o gerente. “A Embratel já pegou ataques de milhares de gigabits por segundo, com experiência durante os Jogos Olímpicos Rio 2016.”
Agora, a operadora traz uma estratégia com serviços de consultoria, planejamento e desenvolvimento de segurança. “Fazemos a análise de riscos e vulnerabilidades, incluindo testes de intrusão, e identificação de incidentes. Nosso objetivo é garantir a privacidade e a proteção dos dados para as empresas estabelecerem uma relação de confiança com os clientes”, encerra o executivo.