Buscar uma empresa que favoreça o crescimento profissional é um desejo comum da maioria dos jovens trabalhadores. E para os desenvolvedores de software, uma das questões que agrega valor ao currículo, vista como um “algo a mais” em uma oferta de emprego, é a possibilidade de atuação em projetos internacionais.
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Na área de tecnologia, que cresceu 60% no último ano, internacionalizar tem sido um caminho não só para potencializar a carreira dos times, mas também de expandir negócios. Um estudo feito pela Fundação Dom Cabral (FDC), mostrou que 78% das empresas planejam expandir seus negócios para o exterior. Um exemplo de marcas brasileiras que apostam nesse processo é a Premiersoft, especializada no desenvolvimento de soluções tecnológicas, que acaba de inaugurar sua sede na Califórnia (EUA). A empresa já conta com seis projetos internacionais, em que o time atua remotamente para empresas americanas, além da presença de gestores no país.
O movimento de internacionalização tem sido um chamariz para muitas transações. Segundo a pesquisa Trajetórias de Internacionalização das Empresas Brasileiras 2021, da Fundação Dom Cabral (FDC), 78% das empresas brasileiras planejam expansão ou grande expansão nos países onde já atuam, e 71% planejam entrar em novos mercados nos próximos anos.
Um dos principais projetos internacionais da Premiersoft é o Noteit, que funciona como widget para tela inicial do celular mostrando em tempo real as notas do seu parceiro.
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