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Encurtadores de URL estão entre as táticas para disseminar malware

Muitas tentativas de phishing usam esquemas de engenharia social e especulam ingenuidade do usuário.

 
Relatório registra seis milhões de ameaças no último trimestre
 
Como revelado pelo Relatório do Panorama de Ameaças BitDefender, aplicativos web 2.0 em geral e aplicativos de redes sociais em particular já não são apenas algumas plataformas amigáveis para compartilhamento de notícias, mas também o lugar ideal para roubo de dados e identidade.
 
As tentativas são diárias para roubar informações valiosas dos usuários e suas contas, enquanto imagens, e-cards e fotos parecem ser o alvo preferido dos ladrões, comprovado por cartões virtuais ou a imagem roubada de um bebê usada para esquemas fraudulentos alegando uma adoção.
 
"Dados pessoais e imagens são roubados online por muitas razões mas, principalmente, para o lucro", afirma Catalin Cosoi, pesquisador sênior da BitDefender. "Usando imagens baixadas de redes sociais, as taxas normais de associados com o uso de fotografias são evitadas, por exemplo. Outras razões incluem a criação de identidades falsas ou para dar credibilidade a ataques de spam e phishing".
 
Muitas das tentativas de phishing usam esquemas de engenharia social e especulam a ingenuidade do usuário. O scam Twitter Porn Name é um exemplo, usuários são convidados a revelar o nome do seu animal de estimação, assim como a primeira rua que ele morou. Estes nomes são geralmente empregados como questões de backup/segurança para as aplicações mencionadas anteriormente. Uma pessoa m al intencionada que possui um username e essas "pistas" pode, facilmente, obter uma senha esquecida por alguém e acessar a conta para enviar spam, acessar operações ou conseguir dinheiro (inclusive exigir um resgate para liberar a conta invadida).
 
Outros crimes envolvendo sites da web, tal como tvvitter.com (atualmente indisponível), que colheu o login e credenciais e automaticamente adicionou alguns seguidores indesejados. Os links exibidos nesse perfil (possivelmente falso ou sequestrado) redirecionam os usuários para sites de namoro, em alguns clicks pagos (pay-per-click) ou ranking de fraudes.
 
Usar encurtadores de URL que direcionam usuários para sites disseminadores de malware é outro método preferido do arsenal dos cibercriminosos, já que não é possível os usuários verificarem o destino real por trás do link.
 

 

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