Relatório concluiu segunda fase e servirá como base para políticas públicas do governo para desenvolvimento da tecnologia.

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Além dessas três áreas, foram definidos os segmentos das indústrias de base (Petróleo & Gás e Mineração) e manufatureira (Têxtil e Automotivo) para compor o rol de prioridades, como setores mobilizadores para a indústria em geral. Esses quatro segmentos foram escolhidos devido à sua relevância para a economia brasileira e por sua agenda de inovação já em curso.
A aspiração do Plano Nacional de IoT, definido a partir de contribuições da sociedade recebidas pela Internet e diversos fóruns de discussão, é “Acelerar a implantação da Internet das Coisas como instrumento de desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, capaz de aumentar a competitividade da economia, fortalecer as cadeias produtivas nacionais e promover a melhoria da qualidade de vida”. Ele será usado como base de políticas públicas pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) do Plano Nacional de IoT, que deverá ser anunciado até o fim do ano.
Para chegar à conclusão sobre os ambientes das Frentes Prioritária e Mobilizadora, a equipe técnica adotou, além da aspiração, critérios como demanda, oferta e capacidade de desenvolvimento de cada segmento. Além disso, foram consideradas experiências internacionais, consultas públicas, eventos com especialistas, fóruns de governança e pesquisas digitais, que foram consolidados pelo Comitê Gestor do estudo.
Paralelamente, foram definidas as frentes horizontais de trabalho, que perpassam todos os segmentos selecionados. São elas: Capital Humano; Investimento, Financiamento e Fomento; Ambiente de Negócios; Governança e Internacionalização; Infraestrutura de Conectividade; Aspectos Regulatórios; Privacidade de Dados; e Segurança de Dados.
A terceira e última fase do estudo técnico está prevista para terminar em setembro. Nela, serão mapeados os desafios e definidos os planos de ação de cada frente de trabalho proposta para o Plano Nacional de IoT.