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Estudo mostra as dificuldades que os CISOs sentem em combater ciberameaças

96% deles lutam para obter o suporte necessário para serem resilientes contra ciberataques e a maioria acaba sendo responsabilizada pelos ataques 

A pesquisa “The Mind of the CISO”, estudo da Trellix realizado com CISOs globais em todos os principais setores, revela que esses líderes se sentem sem apoio, desconhecidos e invisíveis na tarefa de protegerem suas empresas. Segundo 96% deles, há uma luta para obter apoio do conselho executivo para os recursos necessários para manter a força da segurança cibernética. 

Quase metade acha que seus trabalhos seriam mais fáceis se todos os funcionários, de toda empresa, estivessem mais cientes dos desafios da segurança cibernética. Além disso, um terço dos CISOs cita a falta de talentos qualificados em sua equipe como o principal desafio. 

A pressão também é alta, com 86% deles dizendo que já gerenciaram um grande incidente de segurança cibernética uma vez e quatro em cada 10 mais de uma vez. Para 72% dos entrevistados, há um sentimento de que são os principais responsáveis pelos incidentes e 43% experimentaram grande desgaste da equipe de operações de segurança como resultado direto. 

Outro ponto é que eles relatam o uso de, em média, 25 soluções de segurança individuais, sendo que 30% dizem que o principal obstáculo é ter muitas peças de tecnologia sem uma única fonte confiável. Os CISOs podem achar o número de soluções de segurança disponíveis para eles esmagador, desnecessário e desafiador. 

Quase todos (94%) concordam que ter as ferramentas certas no lugar economizaria um tempo considerável, enquanto 44% desejam acesso a uma única ferramenta corporativa integrada para otimizar os investimentos em segurança. 

O estudo Trellix, conduzido por Vanson Bourne, pesquisou mais de 500 CISOs globais de empresas com um mínimo de 1.000 funcionários nos Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália, Índia, Cingapura, Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita. As indústrias cobertas incluem energia e serviços públicos, saúde, setor público, manufatura e produção, serviços financeiros, varejo, distribuição e transporte e serviços empresariais e profissionais. 

 

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