Empresa de análise de dados é acusada de coletar informações pessoais de usuários da rede social para usar na campanha de Donald Trump.

Zuckerberg vende US$500 mi em ações do Facebook em fevereiro
Analistas de Wall Street disseram que os investidores encontraram “problemas sistêmicos” com o modelo de negócios do Facebook, segundo o jornal Estadão. O novo episódio é mais uma indicação da insatisfação com a rede social, o que fizeram investidores vender ações.
As perdas representaram a maior queda diária do Facebook. O impacto nos negócios da empresa, no entanto, não deve ser sentido no curto prazo, visto que é improvável que os anunciantes mudem seus planos de investimento na plataforma.
Em nota, o Facebook disse que contratou uma auditoria independente para investigar as iniciativas da Cambridge Analytica, mas desistiu devido a um mandado do governo inglês para conduzir sua própria investigação. A Cambridge prometeu que irá colaborar com as investigações, inclusive fornecendo acesso às suas máquinas para auditoria.
Entenda o caso
No último sábado (17/3), o jornal The New York Times publicou que a Cambridge adquiriu indevidamente dados privados de mais de 50 milhões de usuários do Facebook. A empresa de análise de dados trabalhava para a campanha de Donald Trump em 2016 e é acusada de não excluir as informações capturadas, mesmo após pedidos do Facebook.
O vazamento fez com que a União Europeia decidisse investigar se o uso indevido de dados ocorreu, acrescentando que a alegação é uma violação inaceitável dos direitos de privacidade dos cidadãos.