Levantamento inédito da Triple Seven Investments mostra que quem investe em capital de risco no país aposta pouco e prefere diversificar portfólio.

O dado positivo trazido pela pesquisa é que o interesse em investir é significativo: 59% já dedicaram capital a essa finalidade nos últimos dois anos e continuam em busca de oportunidades, enquanto 41% têm a intenção de fazê-lo.
TOTVS investe no mercado de fintech
Segundo o sócio da empresa Vitor Kawamura, apesar do interesse demonstrado, ainda há receio por parte dos investidores em colocar maiores quantias nas startups, valores estes que podem não ser suficientes para que elas cresçam ao ponto de se tornarem atrativas para futuros rounds de investimento. “Isso acontece pois no Brasil existem outras opções com retornos atrativos”, afirma.
Para Kawamura, quem pretende começar com aportes em startups, ou mesmo aqueles que procuram diversificar seu portfólio, devem buscar suporte em alguma entidade do ecossistema – incubadoras, aceleradoras, investidores-anjo e grupos especializados –, como a Triple Seven, para aumentar suas chances de sucesso. “Uma alternativa é co-investir com outras pessoas ou entidades para chegar a valores que realmente possibilitem o crescimento da empresa”, sugere.