A operação brasileira da Forcepoint, empresa de soluções de ciberesegurança, apresentou um crescimento de 40% no primeiro semestre deste ano. Segundo o vice-presidente da companhia na América Latina, Wagner Tadeu, o número representa um resultado superior à meta de 25% para os primeiros seis meses do ano. A expectativa é finalizar 2022 com crescimento de 60%, segundo ele.
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A América Latina como um todo passa por um período de crescimento na Forcepoint. O Brasil lidera esse bom momento, com o País representando 45% do faturamento da região. Dividindo por setores, Financeiro, Saúde e Varejo representaram as maiores fatias do faturamento da companhia, com 35%, 25% e 20%, respectivamente.
O executivo afirma que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) segue sendo um dos principais fatores de crescimento da companhia. Desde agosto de 2021, multas de até R$ 50 milhões podem ser aplicadas a empresas que não seguem suas regulamentações. Por isso, empresas têm investido para se tornarem mais responsáveis em questões de privacidade.
Outro fator fundamental para as pretensões da Forcepoint no Brasil e no mundo é o Forcepoint ONE. Lançado globalmente em março deste ano, trata-se de um ecossistema 100% baseado em nuvem que unifica os serviços de proteção de dados da companhia. “Os resultados mostram que nossos clientes e parceiros ‘compraram’ a ideia de se simplificar a cibersegurança, o que traz resultados positivos a todos os envolvidos”, comenta Tadeu. A expectativa é que, até o fim do ano, o ONE se torne a base das ofertas da empresa.
O vice-presidente também vê na qualidade e manutenção da equipe técnica um dos diferenciais que possibilitam o bom momento, resistindo à alta taxa de rotatividade que atinge o setor.
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