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Fortinet defende integração de ferramentas de segurança para combater o cibercrime

Empresa apresenta ao mercado o que chama de terceira geração dos sistemas de segurança, o Security Fabric, que monitora inclusive ameaças detectadas por sistemas de outros fornecedores.

Carlos Cortizo, gerente de engenharia da Fortinet Brasil (foto: divulgação Fortinet).

A expansão dos sistemas em nuvem, da internet das coisas (IoT) e dos dispositivos móveis está conduzindo a necessidade de uma terceira geração de segurança de rede, constata a fornecedora Fortinet. Segundo a empresa, é preciso proteger a superfície de ataque em rápida expansão e os dados em todos os lugares.

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Por isso, a empresa vem apresentando ao mercado o conceito Security Fabric, uma abordagem arquitetônica para segurança projetada para se adaptar dinamicamente à evolução da infraestrutura de TI. “O ambiente segmenta a rede de forma inteligente, do IoT à nuvem, para fornecer proteção ampla, poderosa e automatizada contra ameaças sofisticadas”, explica Carlos Cortizzo, gerente de sistemas da Fortinet.

Ele informa que o Security Fabrica oferece uma segurança ampla porque cobre toda a superfície de ataque, aplicando a segurança a endpoints, acesso, aplicações e nuvem, dando inclusive visibilidade a soluções de segurança de outros fornecedores.

A plataforma é “poderosa”, segundo o executivo, porque utiliza processadores de segurança para reduzir a carga sobre a infraestrutura, permitindo uma segurança abrangente sem afetar o desempenho.

Já no quesito automatização, o sistema proposto pela Fortinet “permite respostas rápidas e coordenadas às ameaças, com todos os elementos trocando rapidamente informações de inteligência de ameaça e coordenar ações”.

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