Qualidade da base de dados é determinante para empresas implementarem projetos de inteligência artificial com responsabilidade, defende Claudia Nolla, diretora de soluções cognitivas e transformação digital da IBM.
As empresas interessadas ou aquelas que já estão integrando projetos de inteligência artificial (IA) precisam analisar, com urgência, a qualidade dos dados utilizados para treinar as plataformas. Esta é indicação de Claudia Nolla, diretor de soluções cognitivas e transformação digital da IBM, para evitar que as empresas reproduzam preconceitos ou equívocos de leitura da sociedade em seus sistemas.
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Claudia lembra que os sistemas de IA são baseados em dados e diz que a IA generativa utiliza modelos pré-treinados a partir do acúmulo de informações. Por isso, segundo ela os projetos de IA devem ser precedidos da governança dos dados e de um projeto rigoroso de educação dos profissionais que trabalharão o sistema. “As pessoas têm que ser educadas em relação às implicações deste uso, que deve ser responsável”, alerta a executiva. “Temos que estar informados sobre as consequências e os riscos de as empresas adotarem sistemas enviesados”, ressalta na entrevista abaixo.
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