A partir do recurso é possível fazer ofertas e oferecer serviços de acordo com a localização, o que torna a segmentação muito mais assertiva.
O Bradesco foi uma das primeiras empresas brasileiras a lançar um aplicativo de realidade aumentada, através da geolocalização, o Presença. Ao ligar a câmera do telefone o usuário visualiza uma rosa dos ventos, indicando o endereço e a distância das agências mais próximas de onde ele estiver. O mundo da moda também aposta no filão. A Farm, grife carioca feminina, lançou aplicativos para a localização de lojas, materiais para personalizar o aparelho e ainda atualiza mensalmente o lookbook, com propostas de produções com as roupas da marca. Já a loja online da Apple Brasil oferece opções infinitas de aplicativos, que vão desde entrega de pizza, como o aplicativo da rede americana Domino´s, até a criação e encomenda de roupas da grife Ralph Lauren.
Para se ter uma idéia, o mercado de smartphones em 2010 tinha 220 milhões de unidades em todo o mundo. Esse número pulará para 2,6 bilhões em 2020. Só na América Latina, nos últimos dois anos, o número de usuários chegou a 16 milhões.
Embora o Brasil não conte com relatórios consolidados, este aumento do uso de aplicativos também tem crescido no País. “É um mercado em amadurecimento. mas em franca expansão. A partir do segundo semestre do ano passado, tivemos um considerável aumento no consumo e desenvolvimento destes aplicativos, mas somente no primeiro trimestre de 2011 é que eles ganharam força no Brasil. Isto pode gerar um saldo positivo para as empresas, pois faz com que as mesmas observem de forma diferente os hábitos de seus clientes e consigam disponibilizar ofertas mais diferenciadas e personalizadas”, reflete Pedroso.