Desde que o presidente chinês ascendeu ao poder, em 2012, defende a noção de ditar o que os internautas podem ou não fazer na internet.

“Estas aplicações continuam disponíveis em todos os demais mercados, onde fazemos negócios”, referiu a Apple num comunicado. No entanto, as aplicações não vão ser apenas retiradas da App Store, mas também dos outros sítios onde se encontram disponíveis para Android.
Desde que o presidente chinês ascendeu ao poder, em 2012, defende a noção de ditar o que os internautas podem ou não fazer na internet.