Desentendimento com prefeitura motiva atraso.
A GVT deve começar suas operações na capital paulista apenas em 2012, graças a um desentendimento entre a operadora e a prefeitura. A previsão era de que os serviços de telefonia e internet da empresa estivessem disponíveis na cidade de São Paulo ainda este ano.
Segundo a prefeitura, ainda não houve resposta porque a GVT apresentou um projeto que não respeita a legislação ambiental do município. A lei exige que as novas redes instaladas na cidade sejam subterrâneas e, segundo a prefeitura, o projeto da operadora prevê trechos de rede aérea.
A GVT emitiu um comunicado dizendo que conhece a legislação. “A operadora defende a transformação do cabeamento de São Paulo em 100% subterrâneo e que isso ocorra de forma simultânea e integrada com as demais operadoras, visando diminuir o impacto à população causado por inúmeras obras pontuais, distribuídas em diversas regiões.”