IPNews – O Portal da Conectividade

Impulsionado por black friday, e-commerce brasileiro tem melhor novembro em sete meses

As vendas do e-commerce no Brasil cresceram 38% em novembro na comparação com 2019 e atingiram R$ 12,4 bilhões. É a maior expansão para novembro desde 2013, de acordo com a Ebit|Nielsen, analista de comércio eletrônico. Praticamente a metade deste faturamento foi alcançado nos cinco dias de promoções da Black Friday. Entre 26 e 30 de novembro, o comércio eletrônico vendeu R$ 6 bilhões, alta de 26,4%, o maior crescimento desde 2014.

CONTEÚDO RELACIONADO – Cyber Monday 2020 movimenta mais de R$ 700 milhões em compras via e-commerce; prejuízo evitado com fraudes foi de R$ 6,6 milhões

Os principais fatores que contribuíram para o resultado foram: a maior bancarização dos brasileiros, pela necessidade do auxílio emergencial, a retomada da economia, ainda que abaixo da expectativa, e ao fato de as empresas terem explorado bem os descontos e as atratividades do ambiente online, aponta a Ebit|Nielsen. 

Em novembro, foram gerados 24,1 milhões de pedidos, incremento de 25,3% sobre 2019. Desse total, o estado de São Paulo foi responsável por 40,9%; seguido por Rio de Janeiro, com uma fatia de 12,4%; Minas Gerais, com 9,6% dos pedidos; e Paraná, com 6,3%. 

Ebit|Nielsen também fez uma lista com os produtos que mais se destacaram nas vendas no mês. Produtos de moda feminina lideraram as vendas nas três principais praças. Em São Paulo, essa categoria representou 7% das encomendas; no RJ, 6,7%; e MG, 6,6%. Veja o ranking completo abaixo: Nos dias das promoções da Black Friday, os segmentos que mais se destacaram nas vendas foram justamente os relacionados a criação de ambientes mais confortáveis, funcionais e adaptados à vida na pandemia, conforme havia sido antecipado pela Ebit|Nielsen. 

Categorias 

As categorias que se destacaram neste período de promoção ficaram em linha com o previsto pela Ebit|Nielsen durante a pandemia: o consumidor se preocupou em criar ambientes mais confortáveis, funcionais e adaptados à vida na pandemia. 

Em volume de pedidos, o segmento Casa e Decoração ficou em primeiro no ranking compilado pela Ebit|Nielsen entre quinta e segunda, seguido por Moda e Acessórios, Eletrodomésticos, Perfumaria e Cosmético, e Telefonia/Celulares.  

O ranking por faturamento, também nos cinco dias, foi liderado por Eletrodomésticos. Aparecem na sequência Telefonia/Celulares, Eletrônicos, Casa e Decoração e Informática.  

“A procura do consumidor mostrou a tendência que já havíamos mapeado de transformar e adaptar suas residências para comportar os novos hábitos impostos pela pandemia, home office, ensino à distância e mais entretenimento”, reforçou a líder da empresa. 

 

Participe das comunidades IPNews no FacebookLinkedIn e Twitter. 

Sair da versão mobile