No ano passado, do total investido em servidores, storage e redes, 5% foi em cloud.
O instituto de pesquisas verificou com 600 empresas da América Latina em janeiro do ano passado quantas estavam ou tinham pretensões de investir em cloud computing e o porcentual foi de 3.5%. A mesma questão entre os pesquisados em dezembro de 2010 já revelou um percentual de 14.5%.
Para mudar, é preciso quebrar paradigmas: potenciais investidores temem riscos, mas os usuários de Blackberry quando recebem ou enviam suas mensagens usam servidor do Canadá, ou seja, são riscos bastante semelhantes. Os data centers terão que se adaptarem à tendência da mobilidade. Os analistas do Instituto têm percebido que muitas empresas dos Estados Unidos sabem que o cloud é ideal para a oferta corporativa de dispositivos móveis.
A empresa também analisa que a virtualização é o 1º passo para o cloud e que quando as companhias a adotam, num prazo de 12 a 18 meses migrarão para o cloud computing. Com a virtualização, as empresas têm que mudar suas estratégias e a organização interna de TI das corporações sofre alterações com o cloud.
A tendência é de que o usuário pressione para que a mudança para o cloud aconteça, especialmente a geração Y. Aqueles que já perceberam que a migração para o cloud é um caminho sem volta, vão demandar estrutura elástica e compartilhada, rápida implementação, interface web e a padronização.