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IoT pode evitar perdas de R$ 31,7 bilhões ao ano no varejo

De acordo com a Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), em parceria com a KPMG, o índice médio de perdas no varejo cresceu de 1,21% em 2021 para 1,48% em 2022, totalizando um impacto financeiro de R$ 31,7 bilhões ao ano. Essas perdas são atribuídas a quebras operacionais e erros de inventário que poderiam ser resolvidas com sensores de rastreamento, identificação por radiofrequência (RFID) e inteligência artificial, segundo a Evolv, especializada em soluções de internet das coisas (IoT).

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Segunda a companhia, sem o uso da tecnologia, o monitoramento do estoque e a identificação de riscos operacionais são mais difíceis de serem realizados, reduzindo a eficiência e aumentando os custos das empresas. No entanto, empresas que já adotaram soluções tecnológicas para prevenção de perdas registraram reduções expressivas nos prejuízos operacionais.

O uso do RFID no setor da saúde, por exemplo, já é mais popularizado. Pesquisa da Associação Brasileira de Facility Management, Property e Workplace (Abrafac) aponta que 52,7% das instituições já possuem sistemas de alertas e alarmes para monitoramento de processos e equipamentos em tempo real, e 57,1% utilizam painéis de visualização para gestão operacional. Esse progresso tem garantido maior segurança e previsibilidade na infraestrutura hospitalar, reduzindo desperdícios e melhorando a experiência dos pacientes.

Onde o RFID pode fazer diferença?

O varejo não é o único setor impactado pela baixa adoção de IoT. Além do comércio, outras áreas da economia deixam de obter ganhos expressivos devido à falta de digitalização e automação:

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