O País detém 0,5% dos tablets mundiais; 85% adquiridos fora do Brasil, segundo a Frost & Sullivan.
O aguardado lançamento do primeiro trimestre, a segunda versão do iPad da Apple, promete acirrar ainda mais a competitividade do mercado. Em 2010, o iPad detinha aproximadamente 90% do mercado mundial de tablets e esta fatia é ainda maior no Brasil.
As principais novas características do iPad 2 apresentado pela Apple nos EUA foram: câmera traseira e frontal para videoconferência, além de processador de dois núcleos e porta opcional HDMI (High-Definition Multimedia Interface) para transmissão de dados.
Além disso, o iPad 2 é 33% mais fino e leve e terá o mesmo preço de seu antecessor. Estudo recente da Frost & Sullivan apontou que a Apple continuará com participação elevada do mercado global de tablets neste ano e seguirá líder do mercado no curto e médio prazo.
O estudo também mencionou os principais impulsionadores dos tablets no Brasil em 2011, como a queda dos preços devido ao aumento da concorrência, os eventuais subsídios das operadores de telefonia, o crescimento da disponibilidade de conteúdo local para os equipamentos e o maior acesso à informação referente aos aparelhos.
“O mercado de tablets apresenta as curvas de adoção mais rápidas já vistas no segmento de TI e foi impulsionado, em grande parte, pelo lançamento do iPad em 2010. O novo iPad 2 inaugura a nova ‘onda’ de tablets. Esperamos crescimentos globais superiores a 150% em 2011,” estima Fernando Belfort, analista sênior de mercado da empresa.