A TIM revelou hoje (12/2) o resultado financeiro do último trimestre de 2019 (4T19). No período, a companhia registrou de R$ 4,58 bilhões, um crescimento de 2,9% no ano a ano, puxado principalmente pelos resultados positivos dos serviços móvel e fixo. Em decorrência, o lucro líquido normalizado da operadora cresceu 28,7% no período, fechando em R$ 756 milhões.
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A receita do serviço móvel da TIM foi responsável por R$ 4,1 bilhões do total no 4T19, registrando um crescimento de 2,6% comparado com o mesmo trimestre de 2018. A expansão deve-se principalmente à dinâmica do ARPU móvel (receita média mensal por usuário) que registrou crescimento de 5,8% no ano a ano e atingiu R$ 25,10, influenciado principalmente pelo maior dispêndio por cliente no pré-pago. A operadora também tem feito esforços em monetizar sua base de clientes pós-pagos através das migrações para planos de maior valor.
No segmento de pré-pago, a TIM registrou perdas de 7,6% de usuários, 32,9 milhões de usuários. O pós-pago cresceu quase na mesma proporção, em 6,1%, terminando em 21,4 milhões, o que minimizou a perda de clientes em menos 2,6%, com uma base total de 54,4 milhões. A operadora perdeu 0,4 pontos percentuais de participação de mercado, ficando com 24% da base total do Brasil.
A receita do serviço fixo alcançou R$ 256 milhões no 4T19, um aumento de 15,1% versus 4T18. Esse resultado reflete a expansão da TIM Live de 26,5% no ano a ano (R$ 137 milhões), que, ao longo do quarto trimestre a companhia expandiu sua cobertura em fibra óptica para três novas cidades e manteve um bom ritmo de adição de clientes de banda larga, com mais 30 mil novas conexões.
A base de clientes da TIM Live cresceu 21,1%, com 566 mil clientes. O ARPU deste segmento fechou em R$ 83,80, um aumento de 4,4%. A operadora também reverteu a tendência de queda das outras receitas de fixo (corporativo e atacado) que no 4T19 tiveram alta de 4,2%. Em números de linhas, houve ganho de 20,3% e a TIM conseguiu ultrapassar os 1 milhão de assinantes.
A TIM também registrou crescimento de 8,1% no EBITDA Normalizado do 4T19. Segundo a operadora, além do aumento das receitas, a manutenção de um forte controle de custos e despesas também foi uma das justificativas. A Margem EBITDA Normalizada atingiu 42,9% e foi um recorde para um quarto trimestre.
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