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Maturidade do marketing digital está atrasada nas empresas, diz pesquisa

Mais de 700 profissionais de marketing foram entrevistados em todos os mercados e tamanhos de organizações.

Mobile marketingA Progress anunciou os resultados do “Digital Marketing Maturity: The Results Are In”, um estudo global encomendado para determinar o nível de sofisticação nas operações de marketing digital. Conduzido pela Dimensional Research, a pesquisa envolveu 700 entrevistados e posicionou como “intermediário” o nível de maturidade do marketing digital nas empresas pesquisadas. A pesquisa usou como métrica a escala de maturidade do marketing digital que é definido pelo Digital Marketing Maturity Guide, um guia que ajuda as empresas a determinar o estágio de sofisticação atingido por suas operações de marketing digital.
Empresas com marketing mais avançado, que já fazem o alinhamento entre tecnologia e processos, e que conseguem analisar dados de interação com o cliente de forma centralizada são as que têm um nível mais alto de maturidade de marketing digital, tornando-se mais aptas a transformar digitalmente seus negócios.

Com 80% dos entrevistados relatando que processos manuais ainda são necessários para os seus sistemas funcionarem corretamente, a pesquisa mostra que há muito trabalho a ser feito para aumentar os níveis de maturidade do marketing digital. Tal resultado vem a confirmar um outra pesquisa recente da Progress, em que 62% dos entrevistados disseram que estavam em posição de “negação” sobre a necessidade de se transformar digitalmente.

“À medida em que as tecnologias evoluem e os processos são digitalizados, a própria função do marketing e da experiência do cliente passa a ser  transformada. Se esta transformação é eficaz depende muito da maturidade digital”, disse Svetozar Georgiev, Vice-Presidente Sênior de Plataformas de Aplicação  da Progress. “Com base em nossos resultados, é claro que as organizações necessitam otimizar, integrar e automatizar seus sistemas, além de demandarem uma verdadeira plataforma de análise para tirar proveito de grandes dados e, a partir daí, gerar conversões de negócios. A implementação destas mudanças também lhes permitirá suportar  verdadeiramente iniciativas de transformação digital de negócios.”

As principais conclusões do estudo incluem:

• Aprofundamento da integração de sistemas é necessário: As empresas estão investindo em tecnologia para impulsionar os negócios. Mas estas iniciativas serão muito mais bem sucedidas se elas alavancarem esses sistemas para a construção de uma visão holística do negócio. 63% dos entrevistados relataram que tinham dois ou três sistemas integrados em um processo descontínuo, enquanto 60% afirmaram ter a mesma quantidade integrada em tempo real.

• Processos manuais ainda são a norma: Um total de 56% das empresas  responderam “Alguns ou Nenhum” a respeito de quais dos seus sistemas de marketing estão  integrados e compartilhando dados, enquanto 80% relataram ser necessários processos manuais para os sistemas funcionarem corretamente. Para atingir um nível mais alto de maturidade de marketing digital, mais processos devem ser automatizados e mais sistemas integrados para compartilhar dados e obter uma visão de 360 graus do cliente.

• Big Data e Analytics não estão totalmente alavancadas: O uso de big data e analytics para oferecer experiências personalizadas e impactar a jornada geral do cliente é uma parte importante do marketing digital. Os resultados da pesquisa indicaram que os entrevistados entendem a importância do analytics, com 69% relatando que sua solução de analytics estava totalmente integrada e podia ver tudo em um só lugar. Além disso, a maioria relatou usar big data e analytics para impactar as conversões (87%) e melhorar a eficácia do programa de marketing (70%).

Os entrevistados totalizaram mais de 700 profissionais de marketing de uma variedade de indústrias, incluindo manufatura (20%), serviços financeiros (13%), varejo (13%), tecnologia (11%), serviços (10%) e saúde (7%), com o restante dos entrevistados sendo nas áreas de telecomunicações, hotelaria, energia e serviços públicos, organizações não governamentais e transporte. 77% dos entrevistados estão baseados na América do Norte (EUA / Canadá), somando-se aos representantes da região com representação de EMEA (Europa Oriente Médio e África) somando 20% e da região Ásia-Pacífico (3%)

 

 

 

 

 

 

 

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