De acordo com o levantamento da Abinee, indicações positivas também se refletem na avaliação anual.
Apesar da melhora na confiança, a perspectiva positiva para a segunda metade de 2016 pode não ser suficiente para proporcionar crescimento das vendas e encomendas no consolidado do ano, em função do fraco desempenho do setor apresentado no primeiro semestre. De acordo com a sondagem, 37% das empresas projetam queda; 29%, estabilidade e 34% esperam expansão dos negócios em 2016.
“A recuperação não acontece na mesma velocidade da queda, e sua trajetória não é linear e sim, feita de altos e baixos. O mais importante, nesse momento, é observarmos uma certa reversão de expectativas”, diz o presidente da Abinee, Humberto Barbato.
Na sondagem do mês de julho, as expectativas continuaram favoráveis, porém os resultados foram ligeiramente inferiores ao da edição anterior da pesquisa. Em julho, diminuiu de 39% para 34% o percentual de empresas que verificou crescimento nas vendas e encomendas em relação a igual mês do ano passado; ao mesmo tempo em que aumentou o percentual de empresas que observou queda, passando de 45% para 49%. Este resultado foi pior que o observado em junho, porém acima dos apresentados nas sondagens anteriores desde agosto de 2015.