A estimativa da consultoria é que este segmento, que envolve aparelhos de telepresença, infraestrutura de teleconferência e de endpoints, atinja a marca de US$ 5,5 bilhões em 2015, mais que o dobro do faturado em 2010.
De acordo com a consultoria o foco dos investimentos se alterou para novas aplicações, como desktop vídeo, telepresenças pessoais, vídeo integrado a ambientes de comunicações unificadas, videoconferência móvel e vídeo sobre infraestrutura de desktop virtual.