Receitas alcançaram US$ 518 milhões.
O mercado europeu de videoconferência cresceu 20% no ano passado, chegando a US$ 518 milhões em receitas, segundo um relatório da Frost & Sullivan. O documento aponta que a redução do custo com viagens de negócios é um dos principais motores do mercado. Além disso, o mercado deve crescer, conforme a videoconferência avança entre as pequenas e médias empresas.
Segundo a vendedora de sistemas de videoconferência britânica Regus, o crescimento anual do interesse, mesmo após o evento, ajudou as empresas europeias a se comprometerem com a videoconferência.
“Ele [o vulcão] ensinou que as empresas de comunicação de vídeo podem substituir as viagens aéreas demoradas e custosas”, disse Celia Donne, diretora regional da Regus. “No momento em que empresas de todos os tamanhos querem cortar custos de viagens e diminuir suas emissões de carbono, por que gastar dinheiro em voos internacionais quando podem alcançar os mesmos resultados na sala de vídeo mais próxima?”
A empresa de pesquisa Frost & Sullivan concorda.
“A necessidade das empresas de reduzirem seus custos com viagens, mantendo comunicação com seus trabalhadores e clientes, irá conduzir o mercado europeu de terminais de videoconferência”, diz Iwona Petruczynik, analista de pesquisa da Frost & Sullivan, acrescentando que “as políticas ambientais cada vez mais rigorosas impostas pelo Parlamento da União Europeia também vai promover o desenvolvimento do mercado.”
Os obstáculos para adoção na Europa são os mesmos nos EUA, especialmente a dificuldade de fixar um retorno sobre o investimento fixo quanto aos benefícios da comunicação visual, que continuam a impedir grandes investimentos. O esforço necessário para mudar comportamentos de trabalho já estabelecidos também foi citado como um problema.