O novo Ministro das Comunicações foi empossado nesta quarta-feira, 17. Durante a cerimônia o ministro destacou a importância do setor, dando como exemplo, principalmente, o momento atual de pandemia, qual trabalhadores, estudantes e a sociedade em geral, passou a depender da internet para ações do dia-a-dia, inclusive o relacionamento interpessoal.
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Faria citou o home office, a teleconferência e a telemedicina, os processos digitais e o comércio eletrônico, dando sinais de que conhece minimamente o setor. Disse que a prioridade, apesar de a banda larga chegar a 80% dos lares brasileiros, deve ser a inclusão digital. “Há uma grande parcela da população sem acesso à internet. Milhões de crianças que não assistem aulas online e de adultos que não conseguem trabalhar remotamente”, afirmou
Fazendo um balanço dos 18 meses em que ficou à frente da pasta, o ministro Marcos Pontes, agora à frente do Mistério da Ciência, Tecnologia e Inovações, destacou a aprovação do PL 79, dizendo que o projeto de lei estava parado no Congresso fazia cinco anos, e a expansão das conexões via satélite, que levam, principalmente, internet para regiões de difícil acesso.
Pontes também afirmou que deixa para Fábio Faria uma estrada com “terraplanagem e alicerces construídos, mas falta a pavimentação. Entre os projetos em desenvolvimento, ele destacou o MCTIC Conecta Brasil, cujo objetivo é pavimentar as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste com redes de fibra óptica, conectando as áreas mais “apagadas” com internet banda larga.
Segundo ele, o projeto está em fase avançada no Nordeste, onde 77 cidades serão conectadas com backbone de fibra óptica. “No Amazonas estão sendo instalados 10 quilômetros de fibra”, pontuou. “Isto, somado às ações de satélite, vai mudar as telecomunicações do país”, acrescentou.
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