Dados de associação de gravadoras sobre o 1º semestre mostra crescimento de serviços de música por demanda.

O mercado digital foi quem puxou a receita para cima, com crescimento de 32,5% no período. O segmento inclui faturamento com serviços de streaming, audições em sites como o YouTube e vendas de música por download.
Segundo a Pró-Música Brasil, o principal responsável pelo aumento no faturamento é o streaming: no aspecto geral, esse tipo de serviço cresceu 16% na comparação com os seis primeiros meses de 2015. O faturamento com assinaturas de serviços de streaming, por sua vez cresceu 121%. Já a venda de música digital – em lojas como o iTunes – caiu 34%.
Mudança de nome. Segundo Paulo Rosa, presidente da Pró-Música Brasil, a decisão de alterar o nome da entidade vem justamente do cenário em que o disco físico já não responde mais pela maioria do mercado. “Sentíamos que a denominação remetendo apenas a Produtores de Discos não representava mais a realidade do setor”, disse ele, em comunicado.