A Netskope anunciou a integração do Imprivata Enterprise Access Management (EAM), a plataforma de gerenciamento de acesso mais confiável do setor de saúde, com a plataforma Netskope One e seu mecanismo Zero Trust. O Imprivata EAM permite acesso rápido, seguro e sem senha a workstations compartilhadas e aplicações clínicas. Com a integração, organizações de saúde passam a ter maior visibilidade sobre a atividade dos usuários e podem aplicar controles de segurança mais granulares para proteger informações sensíveis de pacientes e atender a requisitos regulatórios como HIPAA e HITECH.
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“Os ambientes de saúde atuais exigem uma abordagem preparada para IA para preservar a segurança do paciente, protegendo dados e prevenindo incidentes de segurança”, diz David Willis, vice-presidente de Alianças Tecnológicas da Netskope. “A integração com a Imprivata viabiliza um atendimento clínico rápido e eficiente, ao mesmo tempo que reforça os princípios de zero trust necessários para proteger as organizações contra ameaças e atender a requisitos rigorosos de conformidade. Este marco representa o início de uma colaboração estratégica que visa redefinir a segurança na identidade e acesso em toda a infraestrutura de TI da área da saúde.”
A integração combina o modelo zero trust com reconhecimento de identidade para apoiar a continuidade clínica e a velocidade exigida no atendimento moderno ao paciente. Com o contexto de identidade de usuário da Imprivata, o Netskope One permite que as organizações de saúde implementem políticas de segurança adaptáveis e baseadas em risco, aplicadas em tempo real. Assim, quando um profissional de saúde se autentica em uma workstation clínica, a Netskope ativa automaticamente um perfil de segurança personalizado que acompanha esse usuário no acesso a dados em qualquer dispositivo ou local. Essa abordagem dinâmica protege as Informações de Saúde (PHI) em nuvem, web, IA e aplicações privadas, fortalecendo a resiliência clínica e garantindo que o atendimento ao paciente continue de forma segura e sem interrupções.
À medida que a IA se torna cada vez mais integrada aos fluxos de trabalho clínicos e administrativos, por meio de APIs usadas em tarefas como documentação médica e resumo de relatórios, cresce também o risco de “Shadow AI” e a exposição acidental de informações sensíveis de pacientes. As ferramentas de segurança tradicionais ainda enfrentam dificuldades para avaliar identidades humanas e não humanas e correlacionar a atividade de dados entre diferentes fontes, usuários e interações, o que limita a visibilidade necessária para proteger essas informações. De acordo com o novo relatório de saúde do Netskope Threat Labs, 89% das violações de políticas de dados na área envolvem dados regulamentados, índice significativamente superior à média global observada em outros setores.
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