Nova fase de expansão da rede mira todo o Brasil.
A Nexar, rede de lojas especializadas em informática, eletrônicos e tecnologia digital, inicia uma nova fase de expansão da marca, com o plano de chegar ao final de 2015 com 24 lojas e com o faturamento de R$ 98 milhões, representando um aumento de 85%.
A nova fase de expansão acontece após a consolidação das primeiras unidades franqueadas, abertas a partir de 2011, quando a rede optou por expandir pelo sistema de franquias. Hoje, a Nexar conta com 12 unidades distribuídas na cidade e interior de São Paulo e no Grande ABC, sendo seis franqueadas e seis próprias.
“Optamos por expandir com responsabilidade e de forma orgânica. Com o sucesso das nossas franquias tivemos a confiança para continuar crescendo, ampliando o número de parceiros e buscando novas cidades para marcar presença”, explica Airton Joaquim, sócio-diretor da Nexar.
“Conseguimos competir com os grandes magazines e nos destacar da concorrência por oferecermos diferenciais competitivos e produtos de vários segmentos e marcas”, completa o sócio-diretor da Nexar. O mix de produtos da rede inclui itens como celulares, computadores, tablets, vídeo games, equipamentos para jogos, GPS, entre outros. Além de comercializar produtos de grandes marcas, a rede também oferece itens de fabricação própria, que abrangem computadores, tablets, pen drives, acessórios para games, entre mais opções.
Crescimento do setor
Segundo dados da ABF – Associação Brasileira de Franchising, o setor de Comunicação, Informática e Eletrônicos foi o que mais cresceu em 2014, com faturamento 27% maior do que em 2013. Mas o segmento ainda é um dos que tem menor representatividade no faturamento total – com apenas 1,8%, ou seja, ainda existe muita possibilidade de crescimento. “O mercado de eletrônicos ainda está muito aquecido no Brasil. No ano que passou, o País chegou a 208 milhões de aparelhos mobile. Com isso, os serviços relacionados a acessórios, softwares e programação são investimentos com grandes chances de sucesso em franquias. A busca pela melhora na performance de dispositivos tecnológicos não se esgota”, diz o diretor executivo da ABF, Ricardo Camargo.