Operadora recebe US$ 4 bi e prazo de sete meses para tentar viabilizar fusão com a TIM Participações.

Segundo comunicado da Oi, uma potencial união entre as duas teles deve resultar em um operador mais completo e bem posicionado, capaz de competir com players globais já instalados no Brasil.
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Uma provável fusão entre as duas empresas ainda teria de ser aprovada por órgãos reguladores brasileiros, como Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
Nesta semana, o presidente da Telecom Italia (grupo controlador da TIM), Marco Pontuano, declarou que a fusão entre as operadoras dependerá de uma atualização do marco regulatório da telefonia fixa. A Oi é a maior concessionária de telefonia fixa do país e tem uma série de obrigações com o governo brasileiro, como a devolução dos ativos à União após o fim dos contratos de concessão, em 2025.