Programa acadêmico da Oracle visa promover o desenvolvimento de mão de obra em TI no País por meio de cursos baseados na tecnologia Java.
O programa Oracle Academy, que oferece recursos em tecnologia para entidades de ensino, amplia suas atividades e, com isso, passará a beneficiar 14 professores de sete universidades, oferecendo cursos gratuitos da plataforma tecnológica de programação Java.
O treinamento terá foco na versão Java SE 7 e será realizado via web com duração de cinco dias, oito horas diárias de aula.
Serão beneficiados professores das seguintes universidades: Instituto de Educação Superior de Brasília, Centro Universitário de Maringá (CESUMAR), Faculdade Barretos, Instituto Infnet, Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC-Campinas), Universidade Metodista de São Paulo e Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Este grupo de docentes atendidos pelo programa Oracle Academy terá a oportunidade de compartilhar com seus alunos conhecimentos aprofundados sobre temas relacionados com tecnologia e negócios, áreas de maior crescimento na economia global, entre outros.
Os jovens a serem capacitados por estes professores poderão adquirir novas habilidades em Java, uma das principais linguagens de programação do mundo, com mais de nove milhões de desenvolvedores.
“O programa Oracle Academy é de extrema importância para a qualificação profissional de jovens em diversas regiões do Brasil. Estamos satisfeitos em oferecer apoio aos educadores para que possam disseminar conhecimento sobre as tecnologias da Oracle”, afirma Juana Pinkalsky, gerente de Programas e Iniciativas Educacionais da Oracle do Brasil.
Mais de 1,5 milhão de estudantes em 95 países são treinados com o auxilio do programa Oracle Academy. Na América Latina, 180 instituições educacionais e mais de 370 mil estudantes em 15 países são beneficiados.
“À medida que ampliamos o programa Oracle Academy para adicionar uma nova oferta de cursos Java, temos a intenção de que mais alunos realizem a graduação com vantagens competitivas para ingressar no mercado de trabalho”, completa Pinkalsky.