O Relatório SonicWall Cyber Protect 2026 é o primeiro na história da empresa a ser estruturado em torno de resultados de proteção, e não apenas de estatísticas de ameaças. Ao preparar a pesquisa deste ano, a SonicWall identificou sete padrões recorrentes, chamados de sete erros críticos, que definem consistentemente a diferença entre resiliência e exposição em investigações de violações em PMEs, avaliações de segurança e análises de incidentes.
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Em vez de atribuir o risco de violação a métodos de ataque exóticos ou emergentes, os experts da SonicWall que criaram o Relatório Cyber Protect 2026 identificaram sete falhas operacionais que aparecem repetidamente e que continuam sendo, em grande parte, evitáveis.
- Ignorar os fundamentos — Autenticação fraca, sistemas sem correções e privilégios administrativos excessivos continuam sendo a principal superfície de ataque.
- Falsa confiança — Acreditar que a organização é pequena demais para ser alvo, superestimar a eficácia dos controles e presumir resiliência sem testá-la criam pontos cegos perigosos.
- Acesso superexposto — Regras excessivamente permissivas, redes planas e confiança implícita após a autenticação oferecem aos atacantes um caminho sem obstáculos depois que estão dentro.
- Postura de segurança reativa — Sem monitoramento 24×7 e busca proativa por ameaças, os atacantes definem o cronograma. A média das violações permanece sem detecção por 181 dias.
- Decisões de segurança motivadas por custos — Adiar investimentos devido à pressão orçamentária de curto prazo gera custos que chegam depois — com juros. Uma única violação em uma PME pode ultrapassar US$ 4,91 milhões quando o tempo de inatividade e a recuperação são considerados.
- Dependência de modelos de acesso legados — VPNs que autenticam apenas uma vez e concedem acesso amplo à rede continuam sendo um dos pontos de entrada mais explorados na segurança corporativa. As CVEs de VPN cresceram 82,5% no período analisado.
- Priorizar tendências em vez da execução — Comprar as ferramentas mais recentes sem implementá-las completamente e esperar que a tecnologia compense falhas de processo é uma forma de vulnerabilidade. Ferramentas não geram resultados — a execução, sim.
Falhas previsíveis e evitáveis
O Relatório Cyber Protect 2026 da SonicWall defende que a diferença entre estar protegido e estar exposto raramente se resume à tecnologia. Tudo se resume à execução. Para Michael Crean, vice-presidente sênior e gerente geral de Serviços de Segurança Gerenciados na SonicWall, as organizações que mais sofrem não estão falhando por causa de ataques sofisticados, mas sim por causa de falhas previsíveis e evitáveis.
“Dados da SonicWall revelam que os ataques estão ficando mais rápidos e, em alguns casos, um pouco mais sofisticados”, disse Crean. “Mas a grande maioria dos ataques que estamos vendo e investigando exploram fundamentos básicos que continuam sendo negligenciados. O perigo não é que a IA não esteja funcionando. O perigo é que estamos usando isso como desculpa para não fazermos o que já sabemos que deveríamos ter feito.”
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