Segundo Alexandro Schuck, presidente da InternetSul, a portaria suscita diversas preocupações.
A assinatura da portaria dos postes nesta manhã de terça-feira, 26, em Brasília, gerou mais dúvidas do que trouxe comemorações aos provedores de acesso da região Sul do País. Em nota enviada com exclusividade ao IPNews, Alexandro Schuck, presidente da InternetSul, diz que o anúncio da portaria ministerial para o compartilhamento de infraestrutura é motivo de celebração, dado o atul cenário caótico mas a questão preço, atualmente em R$ 5,30, ainda causa desconforto.
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Segundo ele, embora este valor agrade aos provedores, ainda é possível reduzi-lo, considerando o número de ocupantes por poste e os pontos ocupados por cada empresa em sua totalidade. “Em uma cidade, é comum encontrar mais de 20 mil postes, e ao fazer os cálculos, fica evidente o montante de receita envolvido na manutenção do compartilhamento de infraestrutura”, diz Schuck.
A alocação de espaço por poste é outro motivo de preocupação, uma vez que atualmente é preciso acomodar mais de 15 mil empresas de telecomunicações que operam no setor. Adicionalmente, Schuck, cita a necessidade de coordenação para garantir uma melhor organização dos postes, dada a complexidade da tarefa.
Em 2023, a InternetSul lançou a campanha “POSTE LIMPO”, com o objetivo de promover uma cultura de limpeza e organização. Através de grupos de WhatsApp por cidade ou região, a iniciativa conecta a concessionária, os ocupantes e o poder público, facilitando a resolução de problemas cotidianos e o planejamento de ações para a remoção de cabos inutilizados. Na prática, fica evidente que ter um coordenador municipal desempenha um papel fundamental para o sucesso dessas atividades.
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