Você já imaginou que o trânsito de dados dos dispositivos conectados para a nuvem e vice-versa pode chegar a cum colapso?
As previsões mais recentes indicam que até 2023, 66% da população mundial estará conectada à internet, e teremos cerca de 22 bilhões de dispositivos de internet das coisas conectados até 2025. Esta explosão de informações e a demanda, cada vez maior, por velocidade na transmissão de dados, exigirá um deslocamento da computação e da análise dos dados para perto de onde eles são criados, o que está se tornando um desafio para profissionais e gestores de tecnologia
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Mas a computação edge ou edge computing desponta como uma solução na forma como as informações são manuseadas, processadas e entregues a milhões de dispositivos conectados em todo o mundo.
O Gartner define a computação em edge como parte de uma topologia de computação distribuída, na qual o processamento de informações está localizado próximo à borda, ou seja, onde as coisas e as pessoas produzem os dados.
Para explicar a importância da computação em edge e como a inteligência artificial aplicada à infraestrutura de rede de dados vai melhorar a capacidade computacional e aumentar a velocidade de transmissão de dados, o podcast InfraDigital conversou com o country manager da HPE-Aruba, Antenor Nogara. Ouça.
https://open.spotify.com/episode/6u20Wp2ZFWyc1Cv62cn28A?si=P8DQCVQsQfuTQkEuEeMd-g
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