Segundo última pesquisa divulgada pela NordVPN, solução de segurança online, na hora de criar senhas fortes, o brasileiro possui um desempenho de 81,2%. Porém, falha em adotar hábitos simples que o ajudariam a garantir melhor a privacidade e segurança de seus dados. Por isso, o desempenho do Brasil é de 33,4% na categoria “hábitos digitais”, em uma disputa com 192 países.
CONTEÚDO RELACIONADO – 57% das empresas brasileiras são alvos de fraudes e ciberataques digitais com frequência, revela estudo da Mastercard
Gustavo Piltcher, diretor de estratégia e inovação da Nodo, comenta a importância do conhecimento em privacidade e segurança: “o objetivo é que as empresas ofereçam não apenas mais transparência sobre sobre a coleta e o processamento de dados, mas também tenham maior controle interno sobre quem tem acesso a essas informações. Esta prática se tornou ainda mais importante durante o atual período pandêmico, onde dados pessoais, sensíveis e relacionados a pagamento passaram a ser compartilhados em maior número, aumentando o risco de vazamentos”, explica.
Outro dado preocupante é a falta de conhecimento de ferramentas de proteção, que chega a cerca de 23,3% dos entrevistados. “O vazamento de informações e ataques a sites e plataformas é mais comum do que se imagina. As estratégias de invasão estão cada vez mais sofisticadas, por isso, é importante investir em ferramentas de segurança e tomar alguns cuidados para garantir tanto a proteção dos dados dos usuários como a segurança digital da empresa”, destaca Piltcher.
No último ano, o Brasil sofreu cerca de 8,4 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos ao longo de 2020, sendo que, deste montante, 5 bilhões ocorreram apenas no último trimestre do ano, segundo relatório do FortiGuard Labs, laboratório de ameaças da Fortinet.
Participe das comunidades IPNews no Facebook, LinkedIn e Twitter
