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Pesquisa revela que 79% das empresas brasileiras se dizem mais expostas a ciberataques

(Crédito: iStock)

A pesquisa “Riscos Cibernéticos — A percepção das lideranças brasileiras e práticas adotadas”, realizada pela Grant Thornton Brasil e Opice Blum Advogados com 248 empresas brasileiras de diversos portes e setores, mostra que 79% dos executivos acreditam que suas empresas estão mais expostas a ataques cibernéticos do que em anos anteriores. Além disso, 66,5% apontam a cibersegurança entre os cinco maiores riscos corporativos, reforçando a urgência do tema.

As principais vulnerabilidades identificadas no estudo incluem:

A pesquisa também mostra que, mesmo após sofrerem incidentes, 58% das empresas não notificaram autoridades reguladoras — um número preocupante diante da obrigatoriedade de comunicação à ANPD em até 03 dias úteis em caso de risco ou dano relevante, conforme a Resolução CD/ANPD 15/2024.

O papel da liderança e da cultura organizacional

O estudo revela uma nítida correlação entre o engajamento da alta gestão e a adoção de práticas mais robustas de segurança digital. Empresas com liderança ativamente envolvida são aquelas que mapeiam riscos, treinam equipes com regularidade e reagem com mais agilidade a incidentes.

Segundo a Opice Blum, o distanciamento da liderança das pautas de segurança e privacidade não se revela apenas em falhas técnicas ou incidentes. Ele aparece no desconhecimento dos riscos, na demora em responder a crises e na baixa prioridade que o tema ocupa nas agendas estratégicas.

Com base nos dados da pesquisa, cinco frentes são consideradas essenciais para fortalecer a segurança cibernética nas empresas:

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